Inspirações Literárias

13 de janeiro de 2015 11 comentários
Eu admiro algumas pessoas famosas... cantores, artistas, e sou fã assumida do Luan Santana, Capital Inicial e Projota. Ainda assim, minha paixão é grande mesmo por escritores, pessoas que transmitem sentimentos através de palavras.  Na verdade, isso nem poderia ser diferente, se for levar em conta o meu amor pela escrita. 

Simplesmente me apaixono por pessoas que conseguem prender minha atenção num livro por mais de duas horas, que me deixam com vontade de não parar de ler nunca mais. Acho incrível também ler um textinho ou outro, que era pra ser só mais um, mas que na verdade se torna mais do que isso. Sabe aquela sensação de ler algo que transmite e descreve exatamente os seus pensamentos e os seus sentimentos naquele exato instante e pensar: “Caramba! Como assim o autor (a) desse texto (ou dessa frase) sabe tudo o que eu passo, muitas vezes tão melhor do que eu mesma, sendo que nem me conhece?”. Sem dúvidas é uma sensação louca, estranha e ao mesmo tempo muito boa.

São muitos os nomes que me lembrei ao escrever tudo isso: Sérgio Klein, Liliane Prata e Talita Rebouças (que foram os autores das primeiras séries que eu acompanhei e me encantei), Paula Pimenta (que escreveu, entre tantos outros livros que eu gosto, a série Fazendo Meu Filme 1, 2, 3 e 4, e fez da minha vida mais feliz, por ter tido a honra de conhecer e me sentir "amiga" de cada personagem), Clarissa Corrêa, Caio F. Abreu, Martha Medeiros, Clarice Lispector, Veríssimo, e todos os que escrevem nos blogs que eu acompanho (porque pra ser escritor não precisa ser reconhecido, basta saber tocar o coração do outro).

Sendo assim, essa nova coluna do blog veio para que eu possa dividir com vocês algumas das minhas inspirações literárias. Por meio de entrevistas, textos publicados, e opiniões a respeito, mostrarei pessoas que escrevem MUITO bem (tendo ou não publicado livros) e que têm todo o meu respeito e admiração. Espero que gostem. 

Dica de Filme: Três vezes amor

8 de dezembro de 2014 30 comentários
Eu não sei se você (que esta lendo essa resenha agora) já teve a oportunidade de ler a série "Fazendo meu filme", da autora Paula Pimenta, mas, eu li mais de uma vez todos os 4 livros e sou completamente apaixonada pela história.
Sei que você deve está se perguntando: O que esses livros têm a ver com a resenha do filme? Vou explicar. Acontece que assim como a maioria dos romances que andei assistindo nos últimos tempos, esse também foi usado pela autora para começar um capítulo do livro (esse foi usado pra começar o epílogo do último livro da série). Pra quem não sabe, a Paula começa todos os capítulos dessa série, com o trecho de algum filme (a maioria deles, um “filme de amorzinho”, que por acaso são os preferidos da protagonista Fani). Por isso, para começar a resenha de hoje, ai está o trecho que eu li e que foi exatamente o que me fez ficar curiosa pra assistir:

Will: Quero me casar com você porque é a primeira pessoa que eu quero ver ao acordar pela manhã, e a única em quem quero dar um beijo de boa noite. Porque da primeira vez em que vi essas mãos, não pude imaginar não poder segurá-las. Mas, principalmente, porque, quando se ama alguém como eu te amo, casar é a única coisa a se fazer. Então, quer se casar... comigo? (Três vezes amor).


Risadas BEM altas no início, e muuuuuuuuuuuuuuuuuito romance ao longo do filme, são características dessa história, que além de prender realmente a minha atenção até o final (quase duas horas de filme), também fez da minha madrugada de sexta pra sábado muito melhor. Resumidamente, a maior parte do enredo acontece quando a filha do personagem principal, buscando entender mais a história dos pais que estão se divorciando, pede pra que ele conte como conheceu a mãe dela. Ele faz isso contando sobre às vezes (três vezes) em que ele se apaixonou por alguém. Porém, ao contar a ela, ele muda alguns nomes dos personagens e faz com que ela mesma descubra qual das paixões dele havia se tornado a mãe dela. Esse é só começo. Vocês nem podem imaginar o tanto de coisa que acontece. Eu me surpreendi bastante, e ADOREI. Vale à pena assistir!

A história de nós dois já teve a sua voz

26 de novembro de 2014 14 comentários

Enquanto eu passava na rua onde está localizada aquela antiga praça onde costumávamos ficar por horas e horas conversando sobre o nada e matando as saudades – muitas vezes antecipadas – que tínhamos um do outro (talvez por já saber que nossa união não era um estado permanente e sim uma passagem que talvez fosse breve, talvez não), me lembrei dos anos e das memórias que já não eram tão recentes. Mas, por incrível que pareça, bastou um segundo pra ouvir a tua voz, como se estivesse ali. Bem perto e falando “aiaiai” quando eu começava alguma discussão. Até hoje não sei se essa era uma expressão de raiva, ou de estar achando graça. Você e suas confusões que me faziam tão bem!

Nem tudo eram flores. Eu sei. Por isso acabou. Mas como fazer um texto sobre essa velha história sem afirmar o quando você tinha o poder de me fazer bem? Antigos relatos escritos, retratos felizes, e até as pessoas que trabalhavam no comércio da época e me viam passar rindo de canto a canto quando estava a caminho de algum encontro com você, podem concordar comigo! Não fomos feitos um para o outro, é verdade, mas isso não significa, de forma alguma, que não tenhamos nos completado em certo momento.

Cheguei à minha casa e resolvi lembrar um pouco mais. Coloquei o fone de ouvido e apertei o “play” para ouvir aquelas músicas que por meses evitei pelo fato de me lembrarem você, mas que já há anos eu não ouvia simplesmente por já ter perdido o hábito.

Abri também aquela velha caixa de coração, que veio repleta de bombons, que devoramos juntos, enquanto fazíamos juras de amor sem a menor noção do que estávamos fazendo. Agora, ela guardava lembranças de alguns momentos registrados em fotografias. Sem perceber, dei um sorriso. Não por vontade de ter de volta, nem dor de cotovelo... mas pura saudade de um tempo que foi bom e que nunca será esquecido. 

Quando o amor acaba

3 de setembro de 2014 4 comentários

O "ponto" mais triste do amor é ver que ele acabou. O pior de tudo é, depois de algum tempo, olhar para aquela pessoa que te fez sorrir e que te fez chorar, e já não lembrar mais quanto tempo faz. É triste ver quem te fez perder o sono em muitas noites, e a cabeça muitas vezes, e não conseguir entender de onde você tirou tanta força para lutar, para correr atrás e se entregar de novo, depois de tantas brigas feias e de tantas atitudes que te machucaram.

É estranho não conseguir recordar nenhum dos motivos que te fizeram querer tanto aquele alguém, que te fizeram acreditar que aquele amor não era só mais um. Ou talvez você se lembre... mas não consiga mais compreender realmente a força dessas razões que te fizeram ir embora e voltar tantas vezes. Você já não consegue encontrar uma justificativa que convença.

Você se conscientizou, se reiventou, e está bem. E então ele te liga. O celular vibra, e aquela musica que antes era tema de vocês (e o toque do celular, quando ele te ligava) começa a tocar. Há um tempo atrás você correria derrubando tudo o que tivesse na frente para atender a chamada. Quantas vezes você já fez isso, não é? Só que depois de tantos meses, você já não estava esperando mais. Ouvir aquela musica já não te fazia chorar. Talvez trouxesse algumas lembranças, mas elas não eram o suficiente para te tocar tão profundamente. 

Ele te liga e fala em compromisso, aliança, casamento, ai você sorri. Era tudo o que você sempre quis ouvir a um tempo atrás. Ele se desculpa por tudo de mal que te fez e você continua sorrindo, mas, não por amor. Por costume. Ele te promete o mundo de novo e, em troca, pede para te ver. Sabe-se lá porque, você vai. Chegando lá ele segura a sua mão e o seu coração não acelera, ele tenta te beijar, mas você se esquiva dele. Ele te olha confuso e nem você entende. Não foi pra se fazer de difícil, não foi pra fazer joguinho. Foi automático.

Seus sentimentos nesse momento eram todos contraditórios. Você se sentia de novo dona do próprio corpo, sentia seu coração inteiroe podia novamente ter o livre arbítrio pra fazer suas próprias escolhas sem pena de deixar alguém pra trás, sem medo de se arrepender, e sem dúvidas sobre suas decisões, mas, ainda assim você sofria por cada lagrima já derramada, por cada minuto perdido. Você não o amava mais e se deu conta disso. E então, dentro de você, alguma coisa fez doer mais ainda. Doeu fundo saber que não sobrou nada.

Deus ouviu as suas preces e atendeu a todos os seus pedidos nos dias tristes, te curou do vício de amá-lo e te mostrou novas possibilidades. De repente tudo o que você queria aconteceu. Essa coisa que insistia em tomar conta do seu mundo e te fez jogar tudo pro alto tantas vezes, dessa vez nem te fez cócegas. 

Sobre as férias

3 de agosto de 2014 3 comentários
Desde que eu entrei para a faculdade, férias têm se tornado sinônimo principalmente de descanso. Mas, por outro lado, agora mais velha um pouquinho e com uma turma muito boa de amigos, a diversão também tem sido cada vez mais presente nesses dias livres (não só nessa época, mas principalmente nela, devido à falta de preocupação com horários, provas e trabalhos).

Eu amo o meu curso e estou morrendo de saudades da faculdade, porém, foi válido e bom demais ter esses dois meses livre de toda a tensão e pensamentos fixos na Psicologia. Claro que entre um programa e outro, não tem jeito, eu acabava vendo vídeos, lendo matérias e procurando sobre algum tema dentro da minha área de estudos, ou fazendo planos para o meu futuro (até porque, não tem jeito, a psicologia já faz parte de mim), mas, faz bem dá um tempo de tudo e simplesmente curtir a vida, com a cabeça livre!

Não tenho o costume de postar sobre assuntos pessoais no blog, mas, hoje resolvi separar algumas fotos com legendas, para compartilhar com vocês um pouco, sobre o tanto que eu fiz render esse tempo sem aula:

Aniversário de 14 anos da minha priminha. Sabe aquela festinha surpresa, totalmente improvisada, onde você usa uma colcha de bichinhos como "painel"? 

Indo assistir o jogo do Brasil X Alemanha. Perdemos sim! Mas a alegria e a felicidade que os dias de jogos proporcionaram pra nossa turma, vão fica para sempre registrados.

A melhor viagem do mundo!!! Não foi para tão longe, mas ter realizado o sonho de ir em Pirapetinga - MG rever alguns amigos e conhecer outros que eu só conhecia via internet e celular, foi a melhor lembrança! 

Passar um tempão sentada no sofá do sítio, jogando conversa fora, ouvindo (e cantando!) Tião Carreiro e Pardinho e outros modões de viola, não tem preço!

Algumas comprinhas para o Arraiá da Nossa Turma, e depois o resultado de tudo, com a foto de parte da galera. Foi demais!!!


Dia do casamento de dois amigos super queridos, e também a primeira vez que usei vestido longo (especialmente para a ocasião, em que eu tive a honra de ser madrinha)!



"Domingo de Manhã" com a Maria Victória, minha afilhadinha carioca, que veio passear e resolveu ir acordar a outra Dindinha!

Dias de domingo, quase sempre eram dias de ir ao campo, para assistir jogos dos times aqui da região. Não sou tão fã de futebol, mas por toda a diversão que é garantida, vale a pena! 


Foto de família. Reunidos para mais um churrasquinho! É ao lado deles que eu me sinto melhor, pois são eles quem me passam a certeza de um amor sem limites.

 Um dos dias em Recreio - MG, matando as saudades do meu melhor amigo da faculdade, conhecendo gente nova e tirando onda com meu amigo DJ Renan.


 A foto desse delicioso bolo de chocolate representa todos os momentos maravilhosos que eu tenho vivido no meu emprego, que arrumei justamente nas férias!

O último dia de férias, fazendo trilha lá pelas "bandas" do "Sem Terra", com pessoas mais do que especiais!


Pois é, gente... foi isso! Acho que depois de todas essas fotos, outros comentários sobre essas férias estão dispensados né? Não tenho do que reclamar, e o gás pra voltar a rotina de estudos amanhã está completamente cheio! Espero que tenham gostado do post, e vamos que vamos... última noite de férias, porque amanhã é dia de luta! :D

Trocando ilusões

18 de julho de 2014 9 comentários
A menina era tão linda que lá do meio da pista os meninos chegavam a perder o ritmo... se distraiam ao olhar aquelas curvas imóveis, que só existiam do pescoço para baixo e mentalmente criavam mil teorias para explicar porque ela estaria num lugar como aquele se não parecia ter a menor disposição para se divertir.

Uma noite sim outra também, ela estava lá. Sempre parada e de longe ficava observando aquelas luzes que pareciam quase tão inconstantes quanto o seu coração. Lá uma vez ou outra, algum admirador corajoso e convencido, se aproximava e tentava manter um diálogo, mas, ela sempre pareceu mais interessada no garçom, que por sua vez, no lugar de intenções e curiosidades, sempre vinha sorridente trazendo outra bebida.


O coração dela estava fechado pra balanço, ele não era mais capaz de sentir o prazer de viver um sentimento, até porque ainda havia muitos vestígios da bagunça causada pela última ilusão que ela havia se permitido ter. Já o fígado era forte, e depois de mais uma noite como aquela, as dores de cabeças e náuseas, por mais terríveis que fossem, pareciam nada perto de tudo o que ela já tinha passado.

Desde que o cara que ela havia permitido que causasse tanto estrago apareceu (ou deixou de aparecer), ela podia ter saído por ai ferindo outros corações masculinos como forma de se “vingar” ou ficar em casa se lamentando, podia tentar ligar pro ex ou difamá-lo por aí, mas não. Ela tomou a sua decisão. E decidir viver assim, dando prioridade a outro órgão, foi uma opção necessária. Não era mais possível viver tão vulnerável e ela achou na bebida uma forma de se iludir que machucava menos.      

Não é fácil compreender, mas, nem os moços que a observavam de longe nem qualquer outra pessoa teriam o direito de julgar a sua escolha, pois ninguém passou por ela todos os dias difíceis, ninguém sabe o que realmente aconteceu, nem quais foram as lutas (contra os próprios sentimentos) que ela teve que enfrentar sozinha.

Não creio que ela tenha achado na bebida uma válvula de escape, uma saída, mas, foi um ponto de repouso. Uma proteção, embora ela nunca tenha se sentido tão desprotegida assim. Ela escolheu dos males, o que menos lhe causava dor, das dores e incômodos, os que poderia suportar mais facilmente. Foi uma troca e ter que lidar com as consequências era “um brinde a mais” que não a deixava esquecer o quanto podia ser perigoso querer viver um conto de fadas.        

            

É preciso comemorar (e viver) o amor

12 de junho de 2014 11 comentários
(Para ilustrar a matéria eu escolhi fotos de três casais que me enviaram pelo Facebook, e as outras três, foram escolhidas com muito carinho no We Heart It para também representarem o amor).

Hoje é o dia dos namorados e, com ou sem a empolgação e a animação para a Copa do Mundo, o brilho desse dia não se apaga! Quem se ama mesmo, torce junto, e comemora antes, durante, e depois. Dá tempo. Faz o seu tempo. Comemora todo santo dia. E isso não é “grude”, na verdade, trata-se de alimentar o sentimento que em algum momento passou a existir e que pertence aos dois!

Por isso estou aqui, não para uma declaração de amor para o meu namorado, porque estou solteira. É isso mesmo: uma garota solteira fazendo um texto sobre o “dia dos namorados”. Não precisa achar estranho, e eu já adianto que não é “recalque” da minha parte. Ou seja, não vim falar dos "chifres na rua e as declarações no Facebook", até porque esse tipo de namoro, eu nem considero que seja um relacionamento de verdade, e nem fazer qualquer texto de auto-ajuda para ensinar a lidar com isso numa boa... Simplesmente escrevo hoje para celebrar o AMOR!

Estou falando de um SMS de bom dia, uma carta para se declarar, a troca de sorrisos, palavras sinceras, lealdade, aguentar crises, manias e chateações, andar de mãos dadas, ficar se despedindo mil vezes antes de dizer “tchau”, beijos e abraços que são os únicos que ele/ela consegue desejar! Enfim, estou falando do amor de verdade, que não pode ser descrito, nem definido, mas que deve sim ser comemorado – não só com presentes, mas com demonstrações diárias de afeto, paciência, compreensão e cumplicidade!

É dessa forma, falando sobre o amor de modo simples e sincero que deixo aqui um FELIZ DIA DOS NAMORADOS, para todos os casais (ficantes, namorados, casados, enfim, não importa o rótulo) que estão juntos e se respeitam, porque estando próximos somam-se um ao outro, e são mais, muito mais felizes! 

Por fim, para tornar a matéria ainda mais especial, vou contar duas ideias legais (não só para se fazer no dia dos namorados):

A Camila, que tem várias fotos LINDAS e super divertidas no seu Flickr, resolveu sair com o namorado e levar um balão de coração e uma câmera para registrar tudo. O resultado? Só podia ser um: fotos super fofas, criativas e românticas!


E tem também a SURPRESA LINDA que a Lynara preparou no dia do aniversário do Urbano, que é o amor dela há quatro anos e com quem ela está casada há dois. Ela, muito criativa, resolveu inovar: comprou balões, fitinhas, cartolina pra fazer os corações, e todas as coisas que seriam necessárias para colocar toda a criatividade em prática, e quando os dois sairam para o casamento de um amigo, ela deu as chaves da sua casa para uma amiga, para que ela a ajudasse na surpresa e arrumasse tudo! Além disso, ela preparou uma mesa com vinho, queijo, castanha e vários quitutes pra tornar o momento ainda mais delicioso. A reação do marido frente à surpresa? Ele não esperava, ficou surpreso, maravilhado e encantado. Segundo ela, ele até chorou. 

Para nenhuma das duas ideias foi preciso gastar muito dinheiro, não foi feito nada extraordinário em questão de custos, mas tenho certeza que para eles foram momentos inesquecíveis! Por isso achei que valia à pena contar pra vocês. Amei! Toda felicidade do mundo, também, para esses dois casais! Merecem! 

 
Desenvolvido por Michelly Melo.